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Dicas para sua casa

minha pequena….

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Uma grande verdade de uma pequena pessoa

Sou veterinário, e fui chamado para examinar um cão da raça Wolfhound Irlandês, chamado Belker.

Os proprietários do animal, Ron, sua esposa Lisa, e seu garotinho Shane, eram todos muito ligados a Belker e esperavam por um milagre.

Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu disse à família que não haveria milagres no caso de Belker, e me ofereci para proceder a eutanásia para o velho cão em sua casa.

Enquanto fazíamos os arranjos, Ron e Lisa me contaram que estavam pensando se não seria bom deixar que Shane, de quatro anos de idade, observasse o procedimento.  Eles achavam que Shane poderia aprender algo da experiência.

No dia seguinte, eu senti o familiar “aperto na garganta” enquanto a família de Belker o rodeava.

Shane, o menino, parecia tão calmo, acariciando o velho cão pela última vez, que eu imaginei se ele entendia o que estava se passando.

Dentro de poucos minutos, Belker foi-se, pacificamente.  O garotinho parecia aceitar a transição de Belker, sem dificuldade ou confusão.

Nós nos sentamos juntos, um pouco após a morte de Belker, pensando alto sobre o triste fato da vida dos animais serem mais curtas que as dos  seres humanos.

Shane, que tinha estado escutando silenciosamente, disse:

– “Eu sei porque.”

Abismados, nós nos voltamos para ele.  O que saiu de sua boca,me assombrou.Eu nunca ouvira uma explicação mais reconfortante.

Ele disse:

– “As pessoas nascem para que possam aprender a ter uma boa vida, como amar todo mundo todo o tempo e ser bom, certo?”

o garoto de quatro anos continuou…

– “Bem, cães já nascem sabendo como fazer isto, portanto não precisam ficar por tanto tempo.”

Fonte: http://jardimdeurtigas.blogspot.com/2009/04/porque-os-caes-nao-vivem-tanto-quanto.html

 

Recado de são Francisco

Sei que uma lágrima de dor escorre dos teus olhos agora e no dia em que teu irmão se foi
e se afastou de ti e se aproximou de Deus.
Todavia,dou-te uma nota feliz neste dia tão triste:
jamais Deus teria sido injusto com os animais!
por isso,não importa quem está nascendo ou morrendo;
há sempre alguém chamando por ti.Então VIVA!

Agora mesmo,neste exato instante em que choras,teu bicho estimado segue e evolui…
Brilha na imensidão do espaço e volta manso ao seu aconchego das almas!
Com tua mania racional,teimas continuar duvidando…
Mas nada importa,senão continuar a VIVER!

As hostes dos anjos e Francisco
cuidam das luzes em pêlos e
preparam suas patas para uma nova vida.

Enxuga assim teu rosto e acredita!
Fizeste a parte que te cabe neste mundo.
Que um sonho jamais termina num último miado
e nem tampouco se pode calar os latidos de um dia…
Então podemos sonhar novamente…
E VIVER!

É que o Criador adora suas crias!
E deixa que elas permaneçam sempre vivas,
na memória de quem fica ou mesmo até que um novo homem se forme!

Porque os anjos tem asas como as aves.
Porque os homens tem pelos como os bichos.
E todos nós temos alma como Deus!

Seja nos quintais,nas árvores ou nos rios!
Seja nos mares,nas florestas ou nos lares!
De uma vez por todas:
Sempre estaremos VIVOS!

Saudades

Hoje fazem 6 meses que não tenho mais a minha pequena, minha companheira, minha amiga,  minha filha de 4 patas que eu tanto amei. O nome dela era Medonha, mas era pra mim a coisa mais linda. Foi abandonada em meu terreno e tinha umas pernas compridas e o corpo ainda era pequeno porque ainda iria crescer mais, parecia meio desengonçada.

Os vizinhos passavam e eu dizia olha só essa coisa medonha que largaram aqui…e assim ficou o nome dela. Era a Medoinha da mãe. As vezes era chamada de Pidonha porque tudo que alguém estivesse comendo ela queria e sabia pedir sem cessar ate conseguir.

Causei até ciúmes na família e não me arrependo um momento sequer do quando mimei ela.

Eu entendia ela pelo olhar,  pelo latido e pelos tipos de rosnados….a gente se entendia… eu falava e ela me escutava. Podia não entender o que eu dizia mas só de estar ali ao meu lado me olhando, já era suficiente ….mas às vezes até parecia  entender porque dava um latido alto e depois parava…como se fosse um comentário ou uma resposta ao assunto que eu falava.

Me diziam que ela não comia quando eu saia de casa, não adiantava  chamar que ela nem vinha. Mas quando eu retornava,  lá de fora no portão eu ouvia os latidos (os gritos) dela de alegria. Tinha de largar tudo ali no chão mesmo e primeiro dar atenção pra ela.

Depois ela ia latindo, pro pratinho comer mas antes cutucava o prato com a unha ate virara ou, jogava a ração pra cima para pegar novamente e depois comer …como que para me mostrar que estava feliz do meu retorno e que agora ia comer o “papa todinho”.

Ela teve um problema na coluna, ficou sem andar mas aos poucos melhorou e passou a andar sem que fosse preciso a cadeira de rodas. Mas não podia correr porque tropeçava, parecia que as pernas não obedeciam muito ao que ela queria fazer.

Por esse problema de coluna ela ficou com  incontinência urinária , e era preciso estar sempre como o mop e o desinfetante a postos…sempre que acontecia  a “molhadeira”,alguém falava….cadê o kit Medonha ? Pensa que isso foi um tormento que nada , e a noite eu chamava para dormir e colocar a fralda que ela já estava tão habituada que ficava com a barriga pra cima como um bebê.

“Vamu bota a fraldinha do bebê da mãe” era assim que eu falava e ela já sabia que era pra ir dormir,vinha toda faceira..poque ela dormia em meu quarto.

Já estava com mais de 11 anos e ficou muito doente  e foi preciso sacrificar para aliviar seu sofrimento.  Choro muito ainda cada vez que lembro disso.

Mas vai chegar um dia que a saudade não vai mais doer, só vai existir… e vou ter um sorriso nos lábios e me lembrar dela com carinho e ternura….. mas ainda  dói …ela ainda me faz falta mesmo eu tendo outros filhos de 4 patas.

Um filho não toma o lugar de outro…

 

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